quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Vasco Pulido Valente na revista «Ler»

[...] Não me apetece remastigar Portugal.

Não é o que tem feito permanentemente?
Faço, mas em pequenas doses. Não é aquela coisa de dizer: «Vamos lá ver o que é isto, outra vez!»

Este seu livro novo, Portugal – Ensaios de História e de Política não o é também, uma vez mais?
É, mas não foi escrito agora. É uma coisa como fez o Gore Vidal. Chegou a altura de dizer: «Olhem, isto são as coisas que eu acho que escrevi de relevante sobre Portugal.» [...]

Vasco Pulido Valente, entrevistado por Carlos Vaz Marques, revista Ler, nº 82, Julho 2009, pp. 32-43


«A Pulido Valente se deve, de facto, um trabalho que comporta uma abordagem dos dois últimos séculos da vida portuguesa disponibilizada a um arco alargado de leitores em condições de apreciarem uma perspectiva intensamente crítica desse passado recente e dos seus intérpretes, que é apresentada, sem concessões ao conhecimento e ao rigor, de um modo atraente e romanesco. O que não significa isento, por vezes, de uma dimensão abertamente polémica.»
Rui Bebiano, «Ninguém fica indiferente», revista Ler, nº 82, Julho 2009, p. 76

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