«(...) aquilo a que os gregos chamam alêtheia, a desocultação, o descobrimento. Aquele olhar que às vezes está pintado à proa dos barcos.»
Sophia de Mello Breyner Andresen
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
O Deus de Dawkins, de Alister McGrath
A propósito das recentes e polémicas declarações de Richard Dawkins, aproveitamos para recordar a edição de O Deus de Dawkins (Alêtheia, 2008), de Alister McGrath. Um contributo esclarecedor para o debate.
http://blasfemias.net/2010/04/12/prender-o-papa/
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Alister McGrath,
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sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Monsenhor Arnaldo Pinto Cardoso e «O Tratado dos Olhos de Pedro Hispano» na Livraria Alêtheia

No próximo sábado (20), pelas 16 horas, a Livraria Alêtheia recebe, numa iniciativa do Grupo de Homenagem ao Papa Português, uma conferência sobre Pedro Hispano proferida por Monsenhor Arnaldo Pinto Cardoso, co-autor da obra «O Tratado dos Olhos de Pedro Hispano» (Alêtheia Editores, 2008).
Livraria Alêtheia, R. Século, 13, 1200-433 Lisboa
(estacionamento no silo do Calhariz, Calçada do Combro)
(estacionamento no silo do Calhariz, Calçada do Combro)
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
«Os Grandes Livros» e Anthony O'Hear por João Carlos Espada
«Isócrates, escrevendo em 380 a.C., já dizia que a educação liberal de Atenas constituía a sua glória e fornecia a melhor alternativa ao culto do poder e do dinheiro, característico dos bárbaros.
Ter os grandes livros significa conversar com as grandes obras e os grandes autores do passado, significa compreender que a nossa civilização assenta nessa conversa. Ao entrarmos nessa conversa, o nosso olhar será inevitável e gradualmente elevado; ver-nos-emos gradualmente desprendidos de uma visão vulgar e mesquinha. Ao longo da história do Ocidente, essa conversa sempre foi entendida como condição da educação do carácter, como condição de uma educação para a liberdade - em bom rigor, como escola de liberdade."
Foi assim que Anthony O'Hear, director do Royal Institute of Philosophy de Londres, apresentou na sexta-feira (5) da semana passada em Lisboa a edição portuguesa do seu livro "Os Grandes Livros" (Alêtheia, 2009). Trata-se uma viagem por 2500 anos da literatura clássica, partindo da "Ilíada" e da "Odisseia" e chegando ao "Fausto" de Goethe, passando por Dante, Camões e Shakespeare, entre vários outros.
Esta insistente preocupação de O'Hear com os grandes livros pode parecer hoje intrigante. Mas a verdade é que era totalmente óbvia até há relativamente poucas décadas. Era absolutamente normal considerar que uma educação universitária - e até mesmo secundária - não podia prescindir do estudo e do diálogo com as grandes obras do passado. (...)»
João Carlos Espada, Director do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, in Jornal I (13 de Fevereiro de 2010). Ler tudo em http://www.ionline.pt/conteudo/46622-os-grandes-livros-e-educacao-do-caracter
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