segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Simon Montefiore na revista «Ler»

«É o mais recente romance do escritor inglês Simon Sebag Montefiore (n. 1965), também autor de Estaline – A Corte do Czar Vermelho (Alêtheia). Inverno de 1916, Sampetersburgo. Sachenka Zeitlin tem apenas 16 anos de idade. Mas enquanto a mãe se diverte em festas com Rasputine e com os seus dissolutos amigos, ela caminha pelas noites gélidas da cidade para tomar parte num perigoso jogo de conspiração e sedução. Vinte anos depois, está casada com um homem poderoso e tem dois filhos. À sua volta as pessoas vão desaparecendo, mas a sua família parece estar a salvo. Sachenka está prestes a envolver-se numa história de amor proibido que poderá ter consequências devastadoras.»

José Riço Direitinho, «Os 35 livros que vão marcar o Verão», revista Ler, n.º 81, Junho 2009.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

«Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola» na imprensa


«Quiseram correr com os brancos de Angola»
(pré-publicação na revista «Domingo», do Correio da Manhã, 26/7/2009)

Rádio Renascença (3/8/2009)

TSF (5/8/2009)

Público (6/8/2009)

Jornal de Notícias (6/8/2009)

Correio da Manhã (6/8/2009)

RTP 2 (6/8/2009)

Nota: A autora, Leonor Figueiredo, criou um e-mail para que todos os leitores e interessados possam escrever-lhe com os seus próprios relatos e testemunhos [ficheirossecretosdeangola@gmail.com]

«Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola», de Leonor Figueiredo

«Estas são histórias de luto e de dor. De cidadãos que ainda hoje se sentem injustiçados. Os 34 anos que passaram distanciam-nos dos acontecimentos, mas não apagam os factos. Nem a capacidade de nos indignarmos. O Estado português não quis – nem quer – saber. Portugal continua a ser, aliás, o único país europeu com ex-colónias que ainda não indemnizou os ‘retornados’. E, nas relações entre Portugal e Angola, tudo se passou (e continuará a passar) como se nada disto tivesse acontecido.»

Quando procurava elementos sobre o seu pai, desaparecido em Angola antes da independência, em 1975, Leonor Figueiredo descobriu que o mesmo tinha acontecido a mais 250 portugueses. E que outras centenas de cidadãos passaram pelos cárceres de Angola. São vítimas portuguesas da descolonização que nunca vieram a público, e cujos nomes e testemunhos são pela primeira vez divulgados.


Leonor Figueiredo, jornalista, viveu em Angola até 1975, e a história dramática do desaparecimento do pai acompanhou-a desde então, levando à descoberta de muitas outras histórias igualmente terríveis.

1.ª edição: Agosto de 2009
ISBN: 978-989-622-184-3
Formato: 130*220 mm
Nº de páginas: 300
Preço: 16,00 €

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

«Sachenka», de Simon Montefiore



Épico na amplitude, íntimo nos pormenores, Sachenka é um romance cativante de amor e tragédia que atravessa o século XX. Retrato inesquecível de uma jovem bolchevique, tem no seu âmago um segredo devastador que não é revelado até virar a última página.

«Um romance inesquecível, que vai comover o mais duro dos corações.» – Jung Chang, autora de Cisnes Selvagens

«Muito colorido, muito evocativo, muito agradável de ler, e muito, muito real.» – Joanne Harris, autora de Chocolate

«Um romance que se lê de um só fôlego – é difícil parar de ler Sachenka. Tem um enredo brilhante e revela com detalhe as alegrias e esperanças das famílias russas na Revolução, o Terror da década de 30, e uma nova visão dos ficheiros do KGB. (…) Montefiore tem um conhecimento académico da história russa, mas deixa que os factos acompanhem a ficção e façam parte do enredo. A glória e a tragédia da história de Sachenka perdura muito para além da leitura da última página.» – Thomas Keneally, autor de A Lista de Schindler

Simon Sebag Montefiore é historiador e autor de dois livros fundamentais para a história contemporânea, as biografias Estaline, A Corte do Czar Vermelho e O Jovem Estaline.

Tradução: Maria Manuela Novais Santos
1.ª edição: Julho de 2009
ISBN: 978-989-622-160-7
Formato: 160*240 mm
Nº de páginas: 496
Preço: 18,00 €

terça-feira, 4 de agosto de 2009

«Milénio», de Tom Holland

Em 900 a.C., poucos poderiam pensar que os pequenos e estilhaçados reinos cristãos seriam candidatos à futura grandeza. Cercados por implacáveis inimigos e encurralados pelo mar, parecia que os povos cristãos não tinham para onde se virar. Na realidade, eram muitos os que temiam – assombrados pelo fantasma do Milénio – que estaria a aproximar-se a hora da chegada do Anticristo, que viria para afogar o mundo em sangue, trazendo o fim dos tempos.

Mas o Anticristo não apareceu, e a Cristandade não entrou em colapso. Em vez disso, as convulsões desses tempos terríveis fizeram nascer uma nova civilização. Com um fôlego épico que nos leva da Crucificação à Primeira Cruzada, e do antigo esplendor de Constantinopla às costas sombrias do Canadá, Milénio é um estudo brilhante sobre uma verdadeira e determinante revolução: nada mais nada menos do que a emergência da Europa Ocidental enquanto potência expansionista.

Estes foram os tempos de Otão, o Grande, e de Guilherme, o Conquistador, de califas e guerreiros viquingues, de eremitas, monges e servos. Testemunharam a proliferação dos castelos como arma de governo, a invenção da cavalaria como ideal, e o estabelecimento de uma monarquia papal. Acima de tudo, foram os tempos em que as gentes de toda a Europa temeram que o fim dos dias estivesse próximo, conseguindo mesmo assim reinventar-se e começar de novo – com um prodígio de esforço que ainda nos deve comover.

Uma proeza extraordinária, pois que o Milénio trouxe afinal, não o fim do mundo, mas a instauração do Ocidente, tal como o viemos a conhecer.


«Tom Holland oferece-nos um banquete medieval soberbo (...), bem recheado de imperadores, demónios e monges.» — Simon Sebag Montefiore, The Evening Standard


Tom Holland, historiador britânico, é o autor de Fogo Persa e Rubicão. Vive em Londres com a mulher, as duas filhas e os dois gatos. Com Rubicão, foi finalista do Prémio Samuel Johnson na categoria de não-ficção, e vencedor do Prémio Hessel‐Tiltman.


Milénio: O Fim do Mundo e a Expansão do Cristianismo
Tradução: Victor Antunes
1ª edição: Julho de 2009
ISBN: 978-989-622-159-1
Formato: 160*240 mm
Nº de páginas: 424
Preço: 18,00 €